Lendo uma História: The King Human - Capítulo 4


Capitulo 4: Rumo ao Destino


Local: Curitiba, Brazil
Horário: 20:00 pm

Lucain ao acordar de seu sono, com um breve sorriso em seu rosto, ele escuta um barulho vindo do andar acima. Rapidamente se levanta e se dirige ao próximo andar. O barulho voltou e vinha do quarto aonde Onna se encontra, ele abre a porta e a vê caída junto de alguns moveis. Onna está com roupas diferentes do normal, uma blusa justa azul, uma calça jeans escura e sapatilhas pretas. então ele a levanta e coloca a na cama. Ela está mais fraca do que o normal.
Ele senta no canto da cama e a observa, após alguns minutos ela recobra a com ciência.

Lucain:
-Vejo que resolveu mudar o visual.

Onna:
-Alguém rasgou meu kimono, não tive outra opção.

Lucain:
-Quanto tempo acha que seus poderes irão durar?

Onna:
-Talvez uma semana no máximo.

Lucain:
-O que pretende fazer então?

Onna:
-Acho que já está na hora de irmos finalmente para o inferno. Você está mais do que pronto em seu estado atual.

Lucain:
-Como vamos para lá? Você nem consegue se manter em pé, não acho que consiga nos mandar para lá.

Onna:
-Não sou eu que vai nos levar para lá, e sim outra pessoa. Me ajude a levantar e me leve até a porta.

Onna usa Lucain como apoio para andar até a porta. Diante a porta, as duvidas começaram a fluir pelo quarto. Ela estica sua mão até a porta e realiza uma sequencia de toques. Uma batida, uma pausa, duas batidas, quatro batidas, uma batida, uma pausa longa e duas batidas.  Enquanto pronuncia palavras estranhas.
-Kar lamak cour kunjo gorgant ror pour kar yeac porg ly miok.
E então a porta se abre e um cômodo totalmente estranho aparece. O cômodo novo era uma pequena sala, com apenas um sofá e uma TV, ao lado tinha apenas uma mesa e uma geladeira, mais nenhum móvel se encontra ali. Sentada no sofá está uma senhora, vestida igual a uma cigana, roupas vermelhas, joias douradas como ouro, cabelos negros, olhos verdes e uma pele marrom. Ria e ria, enquanto olha para TV. Ao parar de rir ela chamou Lucain com sua mão. Ao chegar perto dela, a senhora segura Onna e ao mesmo tempo diz.
-Garoto deixe-a comigo e feche logo aquela porta, não queremos que mais ninguém veja este lugar.
Lucain então deixou Onna aos cuidados da senhora e foi em direção a porta para fecha-la. Após fecha-la a senhora pergunta.
-O que houve com ela meu jovem? Esse buraco no peito dela... está consumindo rápido demais sua energia.
Um pouco envergonhado ele responde.
-Aconteceu enquanto treinávamos, acabei exagerando um pouco.
Então ela suspira. Ao olhar para Onna gemendo de dores a senhora coloca a mão sobre o peito dela, uma luz azul se emerge de sua palma e fecha o buraco aos poucos.

Dadjina:
-Eu sou Dadjina, a Guardiã das Terras Mágicas e qual seu nome garoto? Deve ser alguém importante, para estar acompanhando a jovem Onna.

Lucain:
-Não sei se posso chama-la de jovem... mas deixando isso de lado, me chamo Lucain.

Dadjina:
-Então você é o futuro Rei Demônio. Não imaginei que fosse encontra-lo tão cedo haha. Não se preocupe jovem Rei, Onna não está mais em condições sérias, cuidei já do seu poder espiritual. Mas não acho que estejam aqui só para isso.

Onna:
-Queremos ir para o inferno, ele já está pronto para encarar os portais e os mestres.

Lucain:
-Onna você está bem, estou bastante alegre.

Onna:
-Sim estou e não é por sua causa, seu merda. Dadjina acha que pode nos ajudar?

Dadjina:
-É claro que posso, faria de tudo ao meu alcance para amenizar a bagunça no inferno.

Lucain:
-Não é melhor descansar um pouco antes Onna?

Dadjina:
-O lugar dela é no inferno, quando ela chegar em sua terra, suas forças vão voltar aos poucos. Então não tem com o que se preocupar jovem Rei.

Onna:
-As apresentações já acabaram, então vamos logo aos negócios. Nos leve agora mesmo Dadjina, não quero perder mais tempo.

Dadjina balança sua cabeça concordando. Ela então se levanta e caminha até a porta, e ao estalar de dedos ela a abre. Dessa vez não era um cômodo. Do outro lado da porta tudo estava branco, assim como uma tela vazia.
-Prossigam pelo caminho e se encontrarão no lugar que desejam.
Disse Dadjina enquanto segura a porta. Lucain então segura Onna em seus braços e ele segue em direção a porta.
-Obrigada Dadjina, sempre vou dever uma para você.
Disse Onna com um sorriso. Dadjina sorri de volta para ela. E ao adentrar a porta, ambos sumiam diante a tela branca.
-Seu caminho não será nada fácil Jovem Rei.
Disse Dadjina enquanto fecha a porta.

Capitulo 4: Fim
Página: 05

Autor: Devys


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